Employer of Record, empresa própria ou prestador?
Três formas de ter gente trabalhando para você na Itália. A escolha certa depende de quantas pessoas, por quanto tempo e de quanto controle você precisa. Quem vem do Brasil costuma pensar primeiro no "PJ italiano": é justamente a opção com mais risco.
| Employer of Record | Empresa italiana própria | Prestador autônomo | |
|---|---|---|---|
| Ideal para | Primeiras contratações, teste de mercado, equipes pequenas e distribuídas | Equipes estáveis, vendas locais, presença de longo prazo | Projetos curtos e bem definidos |
| Tempo para começar | Dias | Meses: constituição, banco, registros | Dias |
| Quem é o empregador | Nós | Sua empresa italiana | Ninguém: é um contrato de serviços |
| Suas obrigações na Itália | Nenhuma | Folha, declarações, balanço, contabilidade, auditorias | Garantir que a relação continue autônoma |
| Risco principal | Baixo | Custos fixos se os planos mudarem | Reclassificação como emprego, com impostos e contribuições retroativos |
| Custo mensal | Custo do trabalho + €250 | Custo do trabalho + contabilidade e folha locais | Honorários do prestador |
Quando o prestador vira risco
Se a pessoa trabalha só para você, no seu horário, com as suas ferramentas e sob a sua direção, as autoridades italianas podem tratar o contrato como emprego, como a Justiça do Trabalho faz no Brasil com a pejotização. A empresa passa a dever as contribuições e os impostos que deveria ter pago, mais multas. Converter o prestador em funcionário pelo nosso serviço de EOR elimina essa exposição.
Quando passar do EOR para a empresa própria
Em geral quando a equipe é grande e estável ou quando você precisa de presença jurídica para vender. Ajudamos a constituir a empresa e transferimos os funcionários sem interromper o histórico de trabalho deles.