Calculadora de custo

Quanto custa de verdade um funcionário na Itália

Você paga o custo real do trabalho do seu funcionário mais a nossa mensalidade. Veja do que é feito esse custo, com duas convenções coletivas de exemplo. Para quem orça pela CLT: aqui não há FGTS nem terço de férias, mas há INPS, INAIL e TFR.

ItemPor mês (média)Por ano

Valores de exemplo, alíquotas atualizadas em 26/10/2026. As alíquotas de contribuição e seguro são indicativas estimativa e dependem do setor exato, do porte da empresa e da classe de risco da função. Confirmamos tudo no seu orçamento.

Suas faturas mensais ao longo do ano

O custo anual é o mesmo nos dois casos. As opções mudam quando você paga: com as duas ligadas, todos os meses custam igual e nada se acumula para depois, nem para dezembro nem para a saída.

MêsSalárioINPS + INAILTFRMensalidadeFatura

[Review: o pagamento proporcional do 13º/14º deve ser permitido pela CCNL ou por acordo individual; o TFR vai para um fundo de pensão por escolha do funcionário, caso contrário vai para o fundo de Tesouraria do INPS (empresas com 50+ funcionários) ou fica com o empregador.]

Do que é feito o custo do trabalho

RALSalário bruto anual. O número da proposta. É pago em 13 ou 14 parcelas mensais conforme a CCNL: as parcelas extras são o 13º (dezembro) e, no comércio e serviços, o 14º (julho).
INPSPrevidência patronal. Aposentadoria, desemprego, doença e maternidade, cerca de 29–32% do bruto. Faz o papel do INSS patronal brasileiro. O funcionário paga mais ~9% do próprio bruto; essa parte não é custo extra para você.
INAILSeguro contra acidentes de trabalho. Obrigatório, com papel parecido ao do RAT no Brasil. Baixo para escritório (bem abaixo de 1%), maior para funções técnicas e de produção.
TFRReserva de fim de contrato. 6,91% do bruto reservados todo ano e pagos ao funcionário no fim do contrato, por qualquer motivo (Código Civil, art. 2120). Ocupa o lugar do FGTS, mas sem multa rescisória.
FeeNossa mensalidade EOR. €250 por funcionário ao mês.

Faturado pelo valor real, mês a mês

A tabela acima é uma estimativa. Todo mês rodamos a folha real e faturamos o que ela custou de fato: horas extras, prêmios, faltas não remuneradas, dias de doença parcialmente cobertos pelo INPS, reajustes e aumentos da CCNL aparecem nos números daquele mês. Você recebe o resumo do holerite junto com cada fatura e pode conferir linha por linha.

Condições: um mês de custo estimado como depósito caução no início, mais o primeiro mês pago antecipadamente; depois, cada mês pago adiantado pela estimativa e ajustado à folha real na fatura seguinte.

Duas convenções coletivas comparadas

Com a mesma RAL de €50.000, um contrato de engenharia na convenção Metalmeccanico custa ao empregador cerca de €1.500–2.000 a mais por ano do que um contrato de escritório em Comércio e serviços: as alíquotas previdenciárias são uns 2–3 pontos maiores e o seguro contra acidentes é mais alto para funções técnicas. A convenção do Comércio paga em 14 parcelas, então cada holerite mensal é menor, mas o custo anual é a mesma RAL.

A convenção aplicável não é livre escolha: segue a função e o setor da atividade, como o enquadramento sindical no Brasil. Nós a definimos na minuta do contrato e explicamos o porquê.

Por que a cidade muda o líquido, e não o seu custo

Além do imposto de renda nacional (IRPEF), cada funcionário paga um adicional regional (de 1,23% até cerca de 3,33% da renda tributável, conforme região e faixa) e um municipal (em geral 0–0,8%; 0,9% em Roma, 1% em Nápoles, até 1,2% em Turim; muitas cidades isentam rendas menores). Os dois são retidos do bruto do funcionário.

Eles não mudam o que você paga. Mudam o que o funcionário leva para casa: com RAL de €50.000, a diferença entre a combinação mais barata e a mais cara de região e cidade fica na ordem de €1.000–1.500 por ano de líquido. Vale saber quando você compara propostas para candidatos em cidades diferentes.

[Exemplo por cidade (Milão, Roma, Turim, Bolonha, Nápoles) a calcular com as tabelas MEF 2026.]

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